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Ensaio de densidade in situ em Natal: controle de compactação com cone de areia

Competentes. Rigorosos. Eficientes.

SAIBA MAIS

A NBR 7185:2016 estabelece os procedimentos para determinação da massa específica aparente in situ de solos, e em Natal esse ensaio ganha contornos particulares. A cidade, construída sobre terrenos sedimentares da Formação Barreiras e extensas áreas de dunas fixadas, alterna solos arenosos de granulometria uniforme com camadas argilosas residuais. Quem atua em terraplenagem na Zona Norte ou em obras de pavimentação na região de Ponta Negra lida com materiais que exigem controle de compactação rigoroso. O método do cone de areia permite verificar o grau de compactação alcançado em campo, comparando a densidade seca obtida com a densidade máxima do ensaio de granulometria realizado previamente em laboratório. Sem essa verificação, aterros e subleitos executados sem o controle adequado podem apresentar recalques que comprometem a servibilidade da estrutura final.

Em solos arenosos de dunas, o controle de compactação com cone de areia é a única barreira técnica entre um aterro estável e recalques precoces.

Nossas áreas de serviço

Procedimento e escopo

Um erro frequente entre construtoras locais é assumir que o número de passadas do rolo compactador garante a densificação exigida em projeto. Em solos arenosos de Natal — especialmente os extraídos de jazidas próximas ao litoral — a umidade de compactação oscila rapidamente com as chuvas tropicais e a exposição ao sol intenso. Aplicar o cone de areia apenas no final da camada, sem verificar a curva de compactação ao longo da jornada, gera resultados enganosos. Para obras que exigem fundação direta, a densidade do solo de apoio deve ser confirmada antes da concretagem das sapatas, evitando recalques diferenciais que trincam alvenarias. O ensaio exige que a areia calibrada utilizada seja a mesma do lote aferido em laboratório, e que o funil esteja perfeitamente vedado contra o vento constante que sopra do Atlântico. Nossa equipe executa o procedimento respeitando o tempo de ensaio, a escavação cuidadosa da cavidade e a pesagem imediata do material extraído, eliminando perdas de umidade que falseiam o resultado.
Ensaio de densidade in situ em Natal: controle de compactação com cone de areia
Imagem técnica — Natal

Contexto geotécnico local

O equipamento de cone de areia utilizado nas obras de Natal precisa resistir à abrasão da areia fina quartzosa que predomina na região metropolitana. O conjunto é composto por um frasco de vidro ou plástico transparente com capacidade para 3 a 4 litros, conectado a um funil metálico dotado de válvula de fechamento rápido. Sobre a placa de base quadrada, que deve assentar perfeitamente na superfície nivelada do aterro, o operador escava uma cavidade cilíndrica de aproximadamente 10 cm de diâmetro por 15 cm de profundidade. A temperatura ambiente elevada de Natal — frequentemente acima dos 30 °C — acelera a evaporação da umidade do solo escavado, exigindo que a pesagem seja feita em balança de campo calibrada e protegida do vento. Qualquer grão de areia que fique retido na rosca do frasco ou no mecanismo da válvula altera o fluxo de enchimento da cavidade e compromete a precisão do ensaio. A manutenção e limpeza do conjunto após cada uso são tão importantes quanto a própria execução do teste.

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Normas aplicáveis

ABNT NBR 7185:2016 – Solo — Determinação da massa específica aparente, in situ, com emprego do frasco de areia, ABNT NBR 6457:1986 – Amostras de solo — Preparação para ensaios de compactação e ensaios de caracterização, ABNT NBR 7182:2016 – Solo — Ensaio de compactação, DNIT 092/2006 – ES — Aterro – Especificação de serviço

Dados técnicos

ParâmetroValor típico
Norma técnica de referênciaABNT NBR 7185:2016
Tipo de solo adequadoSolos com diâmetro máximo de partícula ≤ 19 mm
Volume mínimo da cavidade700 cm³ para solos arenosos; 1000 cm³ para siltes e argilas
Areia padrão utilizadaAreia de Ottawa calibrada (20-30 ou 30-40)
Parâmetro determinadoMassa específica aparente seca in situ (g/cm³)
Grau de compactação (GC)Relação percentual entre densidade seca in situ e densidade máxima de laboratório
Aplicações típicas em NatalAterros controlados, subleito viário, reaterro de valas, camadas de base e sub-base
Frequência de ensaio recomendada1 ensaio a cada 100 m³ de material compactado, por camada

Perguntas e respostas

Qual o preço do ensaio de densidade in situ com cone de areia em Natal?

O valor unitário do ensaio de densidade in situ (cone de areia) custa a partir de R$ 100.000 por ponto ensaiado, incluindo o deslocamento da equipe até o local da obra na região metropolitana de Natal. Para contratos com mais de 20 pontos de ensaio, oferecemos condições comerciais diferenciadas. O preço final depende do volume de ensaios e da distância de acesso à frente de serviço.

Em que tipo de solo o cone de areia não pode ser usado?

O método do cone de areia não é aplicável em solos que contenham partículas com diâmetro superior a 19 mm, pois pedregulhos e blocos impedem a escavação de uma cavidade regular e danificam a superfície de assentamento da placa. Em solos saturados ou com lençol freático aflorante, também não é recomendado, pois a água desestabiliza as paredes da cavidade. Para esses casos, indicamos o método do densímetro nuclear ou o cilindro biselado, quando aplicável.

Quantos ensaios de cone de areia devo solicitar por camada de aterro?

A frequência mínima recomendada pela especificação DNIT é de um ensaio a cada 100 m³ de material compactado por camada. Em obras de menor porte, como estacionamentos ou galpões logísticos na Grande Natal, recomendamos no mínimo três pontos de ensaio por camada para garantir representatividade estatística. Em subleitos viários, a cada 100 metros de pista deve-se executar um ensaio alternado entre borda e eixo.

Localização e área de serviço

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